Não há impactos generalizados nos serviços de saúde no Amazonas. Segundo o governo do estado, o consenso é de que o movimento não afetou os serviços essenciais, como saúde, transporte e segurança. O abastecimento interno está normalizado, tanto em relação a combustível para os veículos de serviços e geradores das unidades, quanto aos insumos hospitalares para a capital e interior.
O governo vem mantendo diálogo estreito com os fornecedores, para garantir os estoques de medicamentos e insumos e a manutenção regular dos serviços de saúde. Foi reservado combustível para distribuição de medicamentos e insumos, tanto para o interior quanto para as unidades de saúde da capital. E existe um plano de contingência, em caso de desabastecimento com 60 mil litros de combustível, que atenderá, prioritariamente, as frotas da saúde, incluindo as ambulâncias, e segurança pública.